Foi um grande choque na época e levantou interessantes ensaios sobre a questão da legislação referente a jogos eletrônicos, embora as consequencias da proibição da venda do Counter-Strike não tenham, na prática, afetado muita gente. Sem muito alarde, um ano e meio depois, dia 18 de Junho de 2009, o TRF da 1ª Região, em Brasília, decidiu acabar com essa proibição.